DGS  otorrinolaringologia Dr. Décio Gomes de Souza
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B2a) FISIOLOGIA DA MEMBRANA TIMPÂNICA – Fig.2a

                        As vibrações sonoras (compressão e descompressão das partículas do meio ambiente) ao alcançar a MT provocam sua vibração no sentido látero-medial como as da pele de um tambor ao ser tocado. O cabo do martelo inserido na MT acompanha o seu movimento. Devido à anatomia das fibras da MT o modelo de vibração varia nas diferentes áreas da MT e depende da freqüência do som: para freqüências baixas a área central ao redor do umbigo vibra mantendo sua forma cônica. Para freqüências acima de 2400 Hz a vibração é segmentaria (irregular) e perde sua rigidez central. Perfurações da MT levam a deficiências auditivas de grau variado conforme sua localização: próximas à região central são piores que na zona periférica.

 

Compressão e descompr. da onda sonora e MT  Fibras parabólicas         Amplitudes de vibração na MT Dupla foto da vibração

Figura 2a – Fisiologia da membrana timpânica

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