DGS  otorrinolaringologia Dr. Décio Gomes de Souza
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B3a) FISIOLOGIA DA CÓCLEA – CONDUÇÃO INTERNA – Fig.3a

                        A vibração do estribo na janela oval produz uma onda de pressão na perilinfa do vestíbulo que se transmite para a rampa vestibular fazendo vibrar a membrana basilar. A membrana de Reissner é inerte nesse processo. Essa onda de pressão alcança o helicotrema e em seguida a rampa timpânica e a mucosa que fecha a janela redonda vibra compensando as variações de pressão.

                        O modelo de vibração da membrana basilar foi descrito por von Békésy e se deve às suas características anatômicas: ela é mais espessa e estreita na base e vai se alargando e afinando no ápice. Ela sempre vibra da base para o ápice como um lençol que é balançado em uma de suas extremidades: é chamada de onda viajante ou progressiva e seu ponto de maior amplitude vai depender da freqüência do som: na base para freqüências agudas e no ápice para as mais graves. Em seguida ao ponto de maior amplitude ela diminui subitamente. Portanto cada ponto ao longo da membrana basilar corresponde a uma freqüência em relação à amplitude de vibração.

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Onda de pressão da janela oval até a janela redonda   Onda viajante

Figura 3a – Fisiologia da cóclea – condução interna

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