DGS  otorrinolaringologia Dr. Décio Gomes de Souza
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B) FISIOPATOLOGIA

Se houver uma lesão labiríntica (por ex. uma fratura temporal de um lado), o lado lesado deixa de emitir impulsos para o SNC. Isso é analisado como se a pessoa estivesse realizando um movimento. Ocorre então uma série de fenômenos que tentam “equilibrar” a pessoa. Aparecem então o nistagmo (movimento de compensação para o pseudo-movimento), o desequilíbrio (por contração de alguns grupos musculares e relaxamento de outros), a sensação de tontura e as reações neuro-vegetativas (fig. 1).

Figura 1 – Fisiopatologia

Com o passar do tempo, mesmo que não haja recuperação anatômica do lado lesado, existe uma compensação central (o SNC passa a analisar essa nova situação como “sem movimento”) com os núcleos vestibulares passando a emitir novos impulsos compensatórios. Isso leva de dois a três meses, devendo-se manter o tratamento durante esse período.

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